Minuano
O minuano uivava, sangue abrangia o chão
Dele mágoas eram liberadas, assim, sem perdão
Sem paz, em árvores erguiam-se furacões
Sem armas, usavam os próprios corações
Nas almas incrédulas, reflexos de uma guerra
Nas crianças, terríveis visões.
O tempo alarmava-se como o vento
Frio e velozmente, era um desejo do destino
Que nada parasse. Que fosse contínuo
Nas noites sombrias, era o sopro do menino.
Fez-se silêncio outra vez,
E no azul do céu, a esperança se fez.
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